Entidade de Vila Nova de Colares Celebra 4 Anos com Mais de 8.000 Alunos Capacitados na Serra

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Entidade de Vila Nova de Colares Celebra 4 Anos com Mais de 8.000 Alunos Capacitados na Serra

A recente comemoração dos quatro anos da Associação de Micro e Pequenas Empresas de Vila Nova de Colares (AMPE) marca um momento significativo na história da organização. Com um número impressionante de mais de 8.000 alunos capacitados desde a sua fundação, a AMPE se estabeleceu como uma força motriz na promoção de educação e desenvolvimento profissional na região da Serra. Este resultado reflete um esforço contínuo para proporcionar oportunidade e crescimento, principalmente para mulheres com idades entre 18 e 51 anos.

Variedade de Cursos Oferecidos pela AMPE

A diversidade de cursos oferecidos é um dos pilares que sustentam o sucesso da AMPE. Entre as opções disponíveis, destacam-se formações em portaria, recepção, e cursos na área de estética feminina, como design de sobrancelhas. Essas capacitações são desenhadas para atender às demandas do mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, empoderar os alunos para que possam iniciar seus próprios negócios. A parceria com a Isant Cursos Formação Profissional tem sido essencial, garantindo a aplicação e certificação dos cursos, especialmente na área de portaria.

Expansão e Impacto na Comunidade

O alcance da AMPE vai além de Vila Nova de Colares, abrangendo quase uma dezena de bairros adjacentes, incluindo Serra Dourada e Cidade Continental. Essa expansão tem permitido um impacto mais profundo e abrangente, com os cursos chegando a uma variedade maior de residentes que buscam por desenvolvimento profissional. A gratuidade desses cursos é um fator crucial, possibilitando que pessoas de diversas origens e condições financeiras possam participar.

Novo Horizonte: Cursos em Linguagem de Sinais e Montagem de Andaimes

Com um olhar para o futuro e uma constante busca por inovação, a AMPE planeja oferecer ainda mais oportunidades a partir de julho. Entre os novos cursos que serão introduzidos estão formações em linguagem de sinais e montagem de andaimes. Essas adições refletem um compromisso contínuo com a adaptação e resposta às necessidades do mercado de trabalho, bem como a inclusão e diversidade na capacitação oferecida.

Reflexão dos Líderes e Instrutores

Gleidson de Jesus, o presidente da AMPE, ressaltou a hesitação de muitos residentes em iniciar seus próprios negócios como um dos motivadores para a criação dos cursos. Ele observa que capacitações como portaria estão em alta demanda e oferecem boas oportunidades no mercado. Por outro lado, Alexandre Passos, diretor da Isant Cursos, vê a cooperação com a AMPE como uma forma de compensação social, proporcionando oportunidades reais para os moradores de áreas de baixa renda. Max Mauro, um dos instrutores da entidade, expressou grande satisfação com o progresso e a alegria dos alunos.

Empoderamento Feminino na AMPE

Um dado importante que destaca o impacto social da AMPE é o fato de que mais de 87% dos alunos são mulheres. Este dado revela o quão significativo é o papel da associação em empoderar mulheres e proporcionar a elas as ferramentas necessárias para se inserirem no mercado de trabalho ou iniciar suas próprias atividades empreendedoras. A faixa etária majoritária, entre 18 e 51 anos, demonstra que a organização atende tanto jovens em início de carreira quanto adultos em busca de reposicionamento ou novas oportunidades.

A Importância da Educação Continuada

Os resultados obtidos pela AMPE ao longo desses quatro anos demonstram claramente a importância da educação continuada como um meio de transformação social e econômica. A capacitação profissional não só oferece novas possibilidades de carreira para os indivíduos, mas também fortalece a comunidade como um todo. Através de parcerias estratégicas e da oferta de cursos gratuitos, a AMPE tem conseguido proporcionar um impacto positivo e duradouro na vida de milhares de pessoas.

Desafios e Perspectivas Futuras

A jornada da AMPE não tem sido isenta de desafios. Desde a necessidade de garantir recursos e parcerias até a adaptação constante às demandas do mercado, a entidade tem navegado por diversas dificuldades. No entanto, a determinação e o compromisso da equipe e dos parceiros têm sido fundamentais para superar esses obstáculos. Olhando para o futuro, a AMPE continua a buscar maneiras inovadoras de expandir seu impacto e oferecer novas oportunidades de capacitação para mais pessoas.

Em suma, a comemoração dos quatro anos da AMPE é um testemunho do poder da educação e da união comunitária na promoção de desenvolvimento e empoderamento. Com mais de 8.000 vidas transformadas, a associação mostra que, mediante esforço coletivo e visão estratégica, é possível criar um futuro mais justo e próspero para todos.

Comentários:

lu garcia
lu garcia

Isso aqui é pura magia 🥹 Quem diria que uma associação pequena poderia transformar tantas vidas? Mulheres sendo empoderadas, negócios surgindo, sonhos sendo construídos... isso aqui é o Brasil que a gente quer ver!

junho 21, 2024 at 18:46
felipe kretzmann
felipe kretzmann

Mais um programa social que só gera dependência. Se essas mulheres fossem realmente capazes, não precisariam de curso gratuito pra ser recepcionista. O mercado exige competência, não caridade.

junho 23, 2024 at 05:52
Junior Lima
Junior Lima

Fala sério, 8 mil alunos? Isso é impressionante, mas vocês sabem que a maioria desses cursos são de baixa qualificação? A gente precisa de formação técnica de verdade, não de curso de sobrancelha. Mas... pelo menos tá movendo a roda, né?

junho 23, 2024 at 18:11
maria eduarda virginio cardoso
maria eduarda virginio cardoso

Acho incrível como isso acontece na Serra. É raro ver iniciativas assim que realmente escutam a comunidade. A inclusão de linguagem de sinais é um passo gigante. Parabéns à equipe que fez isso acontecer.

junho 25, 2024 at 15:10
Francisco Carlos Mondadori Junior
Francisco Carlos Mondadori Junior

essa galera ta fazendo o que o governo nao faz kkkkk 8000 pessoas transformadas? isso é o que o brasil precisa mais vai em frente ameiiii

junho 26, 2024 at 08:48
Delphine DE CARVALHO
Delphine DE CARVALHO

ISSO É UM ESCÂNDALO! CURSOS GRATUITOS PARA MULHERES, MAS NINGUÉM FAZ NADA PELOS HOMENS QUE TRABALHAM NA CONSTRUÇÃO CIVIL? ELES TAMBÉM SÃO PAIS, FILHOS, IRMÃOS! ISSO É DISCRIMINAÇÃO INSTITUCIONAL!

junho 28, 2024 at 02:11
Nat Boullié
Nat Boullié

A educação como direito, não como privilégio. O modelo da AMPE é um exemplo de justiça social aplicada. Quando a comunidade se organiza para capacitar, ela não só reduz desigualdades - ela reescreve o futuro. A inclusão de montagem de andaimes é um sinal de que estão olhando para a realidade econômica, não para a utopia.

junho 28, 2024 at 20:42
Iasmin Oliveira
Iasmin Oliveira

Só mulher? Sério? E os homens que precisam de emprego? Isso é igualitarismo ou exclusão disfarçada? Acho que a associação deveria ser mais neutra, não fazer campanha de gênero.

junho 29, 2024 at 20:55
Projeto Mente
Projeto Mente

Você já parou pra pensar que talvez esses cursos não sejam realmente gratuitos? Que talvez haja um contrato oculto com alguma empresa de segurança privada? Que os dados dos alunos estão sendo vendidos? A AMPE é só a ponta do iceberg... e o que acontece depois que o curso acaba?

julho 1, 2024 at 01:33
debora nascimento
debora nascimento

É isso aí, meninas. Vocês estão mostrando que não precisam de permissão pra crescer. Cada sobrancelha feita, cada porta aberta, cada sinal traduzido - é uma revolução silenciosa. E sabe o que é mais bonito? Ninguém pediu autorização pra fazer isso. Só virou e fez. Parabéns a todos que acreditaram.

julho 2, 2024 at 19:03
Gabriel Junkes
Gabriel Junkes

legal demais isso aqui realmente inspirador vou levar minha irmã pra fazer o curso de portaria obrigado por existir

julho 3, 2024 at 07:38
Léo Carvalho
Léo Carvalho

Curso de sobrancelha? Sério? Isso é formação profissional? O mercado tá tão ruim que isso vira opção? Poxa, que triste.

julho 3, 2024 at 15:39
Luiz Felipe Lopes Araujo
Luiz Felipe Lopes Araujo

Legal, mas será que isso realmente muda a vida de alguém? Ou é só um alívio momentâneo? Eu já vi muita iniciativa assim morrer depois de 2 anos. Acho que falta sustentabilidade. Mas... bom que tá tentando, né?

julho 3, 2024 at 16:05